Marketing Humanizado, Marketing Consciente, Slow Marketing… é o Marketing tradicional disfarçado?

Essa pergunta foi feita em um post da Marina Pedrosa, que dizia “Marketing Humanizado, Tô fora!” e a seguidora dela queria identificar se especificamente o Slow Marketing era um caso de velho marketing mascarado. Você pode ler o post da Marina clicando aqui.

Esse assunto trouxe à tona um incômodo que tenho tido, cada dia mais, com pessoas e empresas usando termos novos e conscientes para continuar vendendo a mesma coisa, com outro nome.

No livro “7 Graces of Marketing” de Lynn Serafinn, esse vício de Marketing tem um nome: é “Deception” ou Decepção/Ilusão.

Leia esse trecho do livro:
(trecho tirado do livro “7 Graces of Marketing”| Autora Lynn Serafinn | Part 3: The 7 Deadly Sins of Marketing | Deadly Sin#5: Deception| tradução livre pelo Google Translator)

“Mas em um nível muito mais sutil, Decepção cria falsas ideologias que podem nos levar a aceitar as coisas em nosso mundo como ‘ok’ quando de fato elas não são nada ok.

Pode nos tornar complacentes com questões ambientais importantes, desviando assim nossa atenção da necessidade de buscar soluções genuínas para esses problemas.

Pode criar associações falsas entre produtos de consumo e nosso próprio valor, fazendo com que nos tornemos cada vez mais famintos e vazios ao mesmo tempo.

À medida que percebemos que nada pode satisfazer essa fome insaciável e esse vazio que sentimos, começamos a perder a confiança no comércio em geral.

Começamos a culpar as grandes empresas por nossos problemas e suspeitamos das intenções das empresas, mesmo que sejam boas.

Começamos a criar um mundo no qual ninguém é confiável. Mas não termina aí.

Eventualmente, depois de nos permitirmos ser enganados repetidamente, começamos a desconfiar de nossos próprios sentidos e de nossos próprios poderes de discernimento.

Acreditamos nas mentiras de outras pessoas tantas vezes que começamos a nos chamar de estúpidos, desamparados e ingênuos.

Deixamos de confiar em nossa própria inteligência e valor próprio, mas escondemos nossos ‘fracassos’ dos outros, para que não descubram os ‘perdedores’ que acreditamos ser. Nos sentimos mais desconectados, sozinhos e impotentes do que nunca. Nos tornamos cínicos. Desistimos de nossos sonhos porque não podemos mais acreditar em nada.

Os sonhos são para os vulneráveis; e os vulneráveis estão fadados a serem enganados.

E quando assistimos a um documentário que fala sobre como as florestas tropicais estão desaparecendo, ficamos com raiva. Mas pouco mais acontece. Encolhemos os ombros, sentindo-nos impotentes.

Dizemos: ‘O que posso fazer? É assim que o mundo é – – corrupto. É muito grande para eu fazer algo a respeito. ‘E então não fazemos nada sobre isso, porque para nós, o engano se tornou a verdade.”

~Tome o tempo que precisar para digerir essas informações e perceber que é isso que tem acontecido no ambiente do marketing digital aqui no Brasil.~

Seguimos…

O fato é que não há como impedir que empresas e pessoas continuem usando a “ilusão” no marketing para vender seus produtos e serviços.

É uma luta desleal porque o mundo, em sua maioria, está em um lugar de escassez e foco em lucro financeiro.

No entanto, o lado positivo é que a humanidade está iniciando uma jornada baseada na consciência. Talvez não vejamos mudanças significativas tão cedo porque essa jornada é longa.

Mas não podemos acreditar que não podemos fazer nada à respeito.

O que você pode fazer?

Por menor que você se sinta nesse momento tão complexo que estamos vivendo, é em você, em mim e em nós que acredito que a mudança pode de fato acontecer.

A mudança de paradigma vem quando entendemos que a ilusão acontece, aprendemos a percebê-la e PARAMOS de consumir dessas pessoas e empresas.

Não há forma mais direta e potente de combater esse tipo de ação do que simplesmente parar de alimentá-la com seu dinheiro. Em outras palavras: se eles não venderem usando essas táticas, terão que mudar de atitude ou de emprego… Essa é minha postura enquanto consumidora.

Enquanto profissional, você também pode fazer muito.

Encaro as redes, a internet e o “mercado” como ferramentas que podem ser usadas da forma que quisermos com o objetivo de levar nossa mensagem mais longe.

Infelizmente ainda há mais pessoas usando as redes para persuadir, convencer, iludir do que inspirar, convidar e ser transparente.

Por isso é tão importante que você consiga RECONHECER quando isso está acontecendo, IDENTIFICANDO esses gatilhos, para não mais ser condescendente e perpetuar essas atitudes em suas próprias ações de marketing.

Precisamos entender que esse tipo de marketing não é normal, que não está tudo bem quando acontece e fazer o que está ao nosso alcance para não deixar acontecer mais: parando de consumir e também parando de replicar/modelar.

É assim que luto diariamente contra algo que vejo que nos deixa doentes. Eu sou uma só, mas acho que quando formos maioria, a mudança será inevitável e esse tipo de mentalidade não será mais aceita.

Como Identificar o Velho Marketing disfarçado?

Marketing agressivo é aquele tipo de coisa que quando a gente vê e percebe como ele funciona, não consegue mais “desver”… fica tão nítido que toda vez que aparece de novo, parece que “grita” na nossa cara.

Quero trazer as principais características desse marketing para te ajudar a identificar:

• A mensagem te desconecta do mundo que você está: de forma direta ou indireta faz você sentir que está atrás, perdida, fora do clube onde está todo mundo, “perdendo a grande chance” de ser/ter/fazer algo que você quer e que isso vai impactar sua vida para sempre.

• A página de vendas parece um comercial de grandes redes, onde incrivelmente “somente hoje” o preço do produto/serviço é 99% mais barato do que todos os outros dias.

• O caminho para você chegar na oferta do produto/serviço é uma odisséia interminável: uma semana de desafio + uma aula ao vivo no final para contar quais serão os 97 bonus e o preço + 89 emails que inundam sua caixa de entrada

• A comunicação é vaga, generalista e mostra resultados muitas vezes bons demais pra ser verdade

Essas são algumas das características mais fortes do marketing tradicional e você é impactado(a) por isso, todos os dias.

Comece a prestar atenção e tente agir com mais consciência!

E troque as lentes! Venha conhecer a abordagem do Slow Marketing

Sim! Quero que você conheça mais o universo do Slow Marketing para entender que essa abordagem é uma nova lente para o mundo do marketing e não uma velha lente, disfarçada…

Por isso quero deixar aqui um convite e alguns links interessantes para você conhecer mais:

• Vídeo: Slow Marketing: Por onde começar?

• Vídeo: Treinamento Estágios do Negócio na visão Slow

• Livro: Pequeno Manual de Slow Marketing

E se tudo isso faz sentido para você, vamos conversar! Quem sabe posso contribuir com o crescimento do seu negócio através de um marketing mais consciente. 

 

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Olá! Sou Ana Fragoso

Eu só quero que você consiga fazer um marketing que não te afoga, mas que te leva mais longe!

Vamos nos conectar!

Essa pergunta foi feita em um post da Marina Pedrosa, que dizia “Marketing Humanizado, Tô fora!” e a seguidora dela queria identificar se especificamente o Slow Marketing era um caso de velho marketing mascarado. Você pode ler o post da Marina clicando aqui.

Esse assunto trouxe à tona um incômodo que tenho tido, cada dia mais, com pessoas e empresas usando termos novos e conscientes para continuar vendendo a mesma coisa, com outro nome.

No livro “7 Graces of Marketing” de Lynn Serafinn, esse vício de Marketing tem um nome: é “Deception” ou Decepção/Ilusão.

Leia esse trecho do livro:
(trecho tirado do livro “7 Graces of Marketing”| Autora Lynn Serafinn | Part 3: The 7 Deadly Sins of Marketing | Deadly Sin#5: Deception| tradução livre pelo Google Translator)

“Mas em um nível muito mais sutil, Decepção cria falsas ideologias que podem nos levar a aceitar as coisas em nosso mundo como ‘ok’ quando de fato elas não são nada ok.

Pode nos tornar complacentes com questões ambientais importantes, desviando assim nossa atenção da necessidade de buscar soluções genuínas para esses problemas.

Pode criar associações falsas entre produtos de consumo e nosso próprio valor, fazendo com que nos tornemos cada vez mais famintos e vazios ao mesmo tempo.

À medida que percebemos que nada pode satisfazer essa fome insaciável e esse vazio que sentimos, começamos a perder a confiança no comércio em geral.

Começamos a culpar as grandes empresas por nossos problemas e suspeitamos das intenções das empresas, mesmo que sejam boas.

Começamos a criar um mundo no qual ninguém é confiável. Mas não termina aí.

Eventualmente, depois de nos permitirmos ser enganados repetidamente, começamos a desconfiar de nossos próprios sentidos e de nossos próprios poderes de discernimento.

Acreditamos nas mentiras de outras pessoas tantas vezes que começamos a nos chamar de estúpidos, desamparados e ingênuos.

Deixamos de confiar em nossa própria inteligência e valor próprio, mas escondemos nossos ‘fracassos’ dos outros, para que não descubram os ‘perdedores’ que acreditamos ser. Nos sentimos mais desconectados, sozinhos e impotentes do que nunca. Nos tornamos cínicos. Desistimos de nossos sonhos porque não podemos mais acreditar em nada.

Os sonhos são para os vulneráveis; e os vulneráveis estão fadados a serem enganados.

E quando assistimos a um documentário que fala sobre como as florestas tropicais estão desaparecendo, ficamos com raiva. Mas pouco mais acontece. Encolhemos os ombros, sentindo-nos impotentes.

Dizemos: ‘O que posso fazer? É assim que o mundo é – – corrupto. É muito grande para eu fazer algo a respeito. ‘E então não fazemos nada sobre isso, porque para nós, o engano se tornou a verdade.”

~Tome o tempo que precisar para digerir essas informações e perceber que é isso que tem acontecido no ambiente do marketing digital aqui no Brasil.~

Seguimos…

O fato é que não há como impedir que empresas e pessoas continuem usando a “ilusão” no marketing para vender seus produtos e serviços.

É uma luta desleal porque o mundo, em sua maioria, está em um lugar de escassez e foco em lucro financeiro.

No entanto, o lado positivo é que a humanidade está iniciando uma jornada baseada na consciência. Talvez não vejamos mudanças significativas tão cedo porque essa jornada é longa.

Mas não podemos acreditar que não podemos fazer nada à respeito.

O que você pode fazer?

Por menor que você se sinta nesse momento tão complexo que estamos vivendo, é em você, em mim e em nós que acredito que a mudança pode de fato acontecer.

A mudança de paradigma vem quando entendemos que a ilusão acontece, aprendemos a percebê-la e PARAMOS de consumir dessas pessoas e empresas.

Não há forma mais direta e potente de combater esse tipo de ação do que simplesmente parar de alimentá-la com seu dinheiro. Em outras palavras: se eles não venderem usando essas táticas, terão que mudar de atitude ou de emprego… Essa é minha postura enquanto consumidora.

Enquanto profissional, você também pode fazer muito.

Encaro as redes, a internet e o “mercado” como ferramentas que podem ser usadas da forma que quisermos com o objetivo de levar nossa mensagem mais longe.

Infelizmente ainda há mais pessoas usando as redes para persuadir, convencer, iludir do que inspirar, convidar e ser transparente.

Por isso é tão importante que você consiga RECONHECER quando isso está acontecendo, IDENTIFICANDO esses gatilhos, para não mais ser condescendente e perpetuar essas atitudes em suas próprias ações de marketing.

Precisamos entender que esse tipo de marketing não é normal, que não está tudo bem quando acontece e fazer o que está ao nosso alcance para não deixar acontecer mais: parando de consumir e também parando de replicar/modelar.

É assim que luto diariamente contra algo que vejo que nos deixa doentes. Eu sou uma só, mas acho que quando formos maioria, a mudança será inevitável e esse tipo de mentalidade não será mais aceita.

Como Identificar o Velho Marketing disfarçado?

Marketing agressivo é aquele tipo de coisa que quando a gente vê e percebe como ele funciona, não consegue mais “desver”… fica tão nítido que toda vez que aparece de novo, parece que “grita” na nossa cara.

Quero trazer as principais características desse marketing para te ajudar a identificar:

• A mensagem te desconecta do mundo que você está: de forma direta ou indireta faz você sentir que está atrás, perdida, fora do clube onde está todo mundo, “perdendo a grande chance” de ser/ter/fazer algo que você quer e que isso vai impactar sua vida para sempre.

• A página de vendas parece um comercial de grandes redes, onde incrivelmente “somente hoje” o preço do produto/serviço é 99% mais barato do que todos os outros dias.

• O caminho para você chegar na oferta do produto/serviço é uma odisséia interminável: uma semana de desafio + uma aula ao vivo no final para contar quais serão os 97 bonus e o preço + 89 emails que inundam sua caixa de entrada

• A comunicação é vaga, generalista e mostra resultados muitas vezes bons demais pra ser verdade

Essas são algumas das características mais fortes do marketing tradicional e você é impactado(a) por isso, todos os dias.

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Sim! Quero que você conheça mais o universo do Slow Marketing para entender que essa abordagem é uma nova lente para o mundo do marketing e não uma velha lente, disfarçada…

Por isso quero deixar aqui um convite e alguns links interessantes para você conhecer mais:

• Vídeo: Slow Marketing: Por onde começar?

• Vídeo: Treinamento Estágios do Negócio na visão Slow

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