Slow Marketing por Tad Hargrave

A história de como cheguei ao termo Slow Marketing e quem é a minha principal fonte de inspiração e conhecimento.

Me lembro claramente o dia que descobri meu professor – Tad Hargrave. Eu estava lendo sobre Slow Life no site do Carl Honoré e tinha um link para o site daquele que seria a minha principal referência de como fazer Slow Marketing.
Depois de encontrar seu site, passei meses consumindo seus conteúdos: posts de blog, vídeos, e uma série de ebooks que hoje estão todos impressos e encadernados na mesa do meu escritório.
Encontrar nessa imensidão, alguém que pensa e coloca em palavras tudo aquilo que você quer dizer, é um alívio sem precedentes.
Fiz dois cursos com ele, o primeiro online e o segundo presencial: peguei o avião e fui até sua casa em Edmontón no Canadá para passar 4 dias de imersão em Slow Marketing. Priceless!

De todos os aprendizados que o Tad me trouxe, o principal, sem sombra de dúvidas, foi entender como o marketing pode ser menos agressivo com a gente mesmo. Ele me mostrou que existe o ritmo de cada um e que está tudo bem em caminhar na velocidade que seja sustentável para você mesmo. Me ensinou a olhar para dentro antes de sair correndo para postar qualquer coisa e mais ainda, me fez as perguntas que me fizeram chegar até aqui!

Hoje quero compartilhar um de seus primeiros posts sobre Slow Marketing, que ele gentilmente autorizou que fosse traduzido e compartilhado por aqui.
Nesse artigo ele explica o que é Slow Marketing para ele e como sempre entrega seu ponto de vista com uma clareza sublime.

Espero que gostem. Tradução livre feita por mim. – Artigo original clique aqui

Slow Marketing por Tad Hargrave

Não sei se cunhei esse termo quando escrevi este artigo em 2012, mas sei que o vi desde então. Eu até tenho uma cliente do Brasil usando esse nome no seu negócio.
O termo ‘Slow Marketing’ veio a mim em Vancouver depois de fazer um workshop. Você provavelmente já ouviu falar sobre o movimento Slow Food (do qual tomo emprestado o caracol colorido) e o livro de Carl Honoré, In Praise of Slow.

E, por algum motivo, nunca pensei em como isso poderia se aplicar ao marketing. Mas, naquele fim de semana, eu estava compartilhando como o marketing é igual ao beisebol e como não podemos “pular bases” na construção de nossos relacionamentos com as pessoas. Primeiro, é preciso clareza, depois confiança e depois alguma emoção. . . e depois um compromisso. Pode levar tempo para construir relacionamentos com nossos clientes. Algumas coisas não podem ser apressadas. E uma mulher me agradeceu: “Eu nunca tinha pensado nisso antes.” Saber que estava tudo bem em ir devagar confirmou que seus  instintos estavam corretos e que ela não havia falhado só porque não teve resultados imediatos.

A maioria do marketing que vemos é tão rápido.

Lynn Serafinn escreveu em seu livro chamado “The Seven Graces of Marketing”, o contraste dos pecados comuns do marketing com as possíveis graças do marketing. Um dos pecados que ela fala é a escassez. E muito marketing é baseado na criação de uma sensação de escassez, “compre agora enquanto durarem os estoques”. Vemos seminários cheios de pessoas correndo para o fundo da sala para se inscrever em um workshop de próximo nível que eles não entendem para quem servem e não podem pagar (e isso pode ou não ser adequado). Tanta pressa.
E parece que funciona. Mas o que você não vê é o grande número de pessoas que ficam com “remorso” e cancelam sua participação nos programas. Ou quem pede um reembolso porque não era o que esperava (e fica ainda mais irritado quando vê que não vai receber o reembolso). O que às vezes deixamos de notar é o cinismo que essas táticas criam no mercado. 

Lembro-me de quando comecei a vender, certamente não era algo que eu sabia. Eu estava ligando para as pessoas e tentando pressioná-las a tomar decisões. Era tudo o que eu sabia fazer. E pensei que era isso que tinha que fazer.
Claro, tudo estava justificado porque era para “o bem dos clientes”. Mas pressão é pressão. E tudo foi tão rápido. Muitos anos depois que comecei a aprender que, diminuindo a velocidade do meu marketing, ele funcionava melhor. É como irrigar um campo, quanto mais devagar você deixa a água pingar, mais fundo ela vai. Mas o marketing é tão rápido. É ‘compre agora’ e ‘feche vendas’ e crie ‘ofertas irresistíveis’.  Dobre sua renda em 30 dias e perca 50 libras durante a noite!

Não sei dizer quantas vezes as pessoas ficaram em choque por eu ainda não ter escrito um livro ou desenvolvido seminários de “nível avançado”.  Mas eu sabia que ainda não estava pronto para isso – ainda estava cozinhando. Eu sabia que ainda estava descobrindo o que queria dizer. E eu sabia que, eventualmente, algo daria um click e eu estaria pronto e que as coisas fluiriam rapidamente. Isso me lembra a história da árvore de bambu chinesa. Você a planta e não vê nada crescer por cinco anos. Mesmo fazendo tudo certo. E então, no quinto ano, ela cresce noventa pés em noventa dias. Alguns de nós são assim. É a tartaruga, não a lebre.

Martin Luther (o fundador do luteranismo) costumava se reunir com pessoas importantes e tinha um assessor que o ajudava a organizar a agenda. Um dia, seu assessor olhou com admiração para o número de reuniões importantes e coisas que ele tinha que fazer e disse a Martin Luther: “Amanhã está tão ocupado que suponho que você só passará meia hora meditando, em vez de 1 hora como de costume” E Lutero respondeu:“ Não. Amanhã é tão importante que passarei duas horas meditando.”

Quanto mais altos os riscos, mais tentador é se mover rapidamente. . . e mais importante é desacelerar as coisas.

Pânico não é uma estratégia de negócios.

O que aconteceria se todos nós. desacelerássemos. nosso. marketing?

Aqui está o que o Slow Marketing significa para mim. . .

Para mim, significa que descobrir nossa plataforma e encontrar nossa voz leva tempo. É como fazer chá e, às vezes, precisamos nos aprofundar um pouco para descobrir qual a nossa essência.

Isso significa que nosso foco é garantir que nosso marketing seja bom para todos os envolvidos.

Significa que podemos aceitar que às vezes levará um tempo para criar confiança com as pessoas que acabamos de conhecer.

Significa que, em vez de pressionar as pessoas a comprarem no momento, incentivamos que elas durmam e vejam como se sentem antes de comprar, garantindo que seja algo realmente adequado (para que todos os clientes que recebemos sejam sólidos e de longo prazo).

Significa que quando sentamos com um cliente para explorar o próximo passo para trabalhar com a gente – sentamos realmente com ele. Nós o aceitamos. Recebemos o que ele têm a dizer. Fazemos uma pausa antes de responder. E isso significa que realmente dispomos de tempo para nos sentar com os tipos de clientes que são realmente adequados para nós.

Significa, em termos de relacionamento com os clientes, que o “para sempre” importa mais do que o “agora”.

Significa que está tudo bem ser aprendizes por um tempo. Estamos bem aprendendo e não precisamos ser ‘virais’ e famosos amanhã.

Significa que não nos apressamos em escrever nosso livro, criar nossos produtos, mas diminuir um pouco a velocidade para que possamos nos concentrar na elaboração do que já fazemos para torná-lo ainda melhor, para que realmente ajude mais as pessoas. Trabalhamos na construção de nosso barco em vez de tentar nadar pessoas de uma ilha para outra nas nossas costas.  Criamos os sistemas e listas de verificação em nossos negócios que nos ajudam a relaxar e sabemos que estaremos preparados para as coisas que surgirem.

Significa que não é sobre aceitar que às vezes precisamos desacelerar, mas sim assumir que gostamos de desacelerar.

Significa que pode ser bom (e até maravilhoso!) ter um emprego fixo enquanto construímos nossos negócios.

Significa que reconhecemos e honramos o momento certo único de cada cliente em potencial para trabalhar conosco (ou não).

Significa que ficamos mais devagar, mas ainda agimos, deixando de lado o pânico causado pela prepotência de vender ou por aceitar tudo de qualquer cliente.

Significa que criamos espaço em nossas vidas onde é possível ouvir nossa intuição. Que planejamos mais adiante para nos dar tempo.

Significa que somos realmente bons em encontrar maneiras de tornar nossos negócios seguros para abordar as pessoas, dando a elas várias maneiras de experimentar o que fazemos de graça, à distância. Fazemos o possível para reduzir o risco para as pessoas.

Slow Marketing significa que desaceleramos nossas conversas com clientes em potencial e realmente ouvimos. Em vez de empurrar, damos um passo para trás. Em vez de começar a dar conselhos, ficamos mais curiosos sobre a situação deles. Em vez de pular um desafio, vamos explorá-lo profundamente.

Significa que nos focamos em construir e aprofundar nosso relacionamento com os principais hubs e líderes da comunidade, em vez de tentar atingir nossos clientes friamente.

Eu adoraria ouvir o que você acha sobre Slow Marketing.  Deixe seu comentário logo abaixo! Mas sem pressa…

Tad Hargrave – Marketing for Hippies
Tad Hargrave é um hippie que desenvolveu um talento especial para o marketing (e depois aprendeu a ser hippie novamente).

Se você gostou desse artigo e gostaria de se aprofundar mais no Slow Marketing, baixe aqui o Manifesto!

2 Comentários

  1. Ana Clara Ribeiro Cabral e Mota

    Esse artigo mudou a minha vida, sei q isso pode parecer clichê mas é o que sinto agora após lê-lo. É nisso que acredito, é o que faz sentido para mim, é o ponto que eu tinha dúvida sobre como os comércios que eu tanto admiro fazem, porque eu já sabia que eles não fazem o que a busca do google recomenda.
    Muito obrigada pelo compartilhamento, trabalho com slow food e o slow marketing é o que está faltando!

    Responder
    • Ana Paula Fragoso

      Ana, fico feliz de ter te trazido esse novo olhar e que ele tenha feito sentido para você. Obrigada por ler e comentar!

      Responder

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Eu só quero que você consiga fazer um marketing que não te afoga, mas que te leva mais longe!
Eu busquei e hoje vivo essa realidade.

 

Vamos nos conectar!

Slow Marketing por Tad Hargrave

A história de como cheguei ao termo Slow Marketing e quem é a minha principal fonte de inspiração e conhecimento.

Me lembro claramente o dia que descobri meu professor – Tad Hargrave. Eu estava lendo sobre Slow Life no site do Carl Honoré e tinha um link para o site daquele que seria a minha principal referência de como fazer Slow Marketing.
Depois de encontrar seu site, passei meses consumindo seus conteúdos: posts de blog, vídeos, e uma série de ebooks que hoje estão todos impressos e encadernados na mesa do meu escritório.
Encontrar nessa imensidão, alguém que pensa e coloca em palavras tudo aquilo que você quer dizer, é um alívio sem precedentes.
Fiz dois cursos com ele, o primeiro online e o segundo presencial: peguei o avião e fui até sua casa em Edmontón no Canadá para passar 4 dias de imersão em Slow Marketing. Priceless!

De todos os aprendizados que o Tad me trouxe, o principal, sem sombra de dúvidas, foi entender como o marketing pode ser menos agressivo com a gente mesmo. Ele me mostrou que existe o ritmo de cada um e que está tudo bem em caminhar na velocidade que seja sustentável para você mesmo. Me ensinou a olhar para dentro antes de sair correndo para postar qualquer coisa e mais ainda, me fez as perguntas que me fizeram chegar até aqui!

Hoje quero compartilhar um de seus primeiros posts sobre Slow Marketing, que ele gentilmente autorizou que fosse traduzido e compartilhado por aqui.
Nesse artigo ele explica o que é Slow Marketing para ele e como sempre entrega seu ponto de vista com uma clareza sublime.

Espero que gostem. Tradução livre feita por mim. – Artigo original clique aqui

Slow Marketing por Tad Hargrave

Não sei se cunhei esse termo quando escrevi este artigo em 2012, mas sei que o vi desde então. Eu até tenho uma cliente do Brasil usando esse nome no seu negócio.
O termo ‘Slow Marketing’ veio a mim em Vancouver depois de fazer um workshop. Você provavelmente já ouviu falar sobre o movimento Slow Food (do qual tomo emprestado o caracol colorido) e o livro de Carl Honoré, In Praise of Slow.

E, por algum motivo, nunca pensei em como isso poderia se aplicar ao marketing. Mas, naquele fim de semana, eu estava compartilhando como o marketing é igual ao beisebol e como não podemos “pular bases” na construção de nossos relacionamentos com as pessoas. Primeiro, é preciso clareza, depois confiança e depois alguma emoção. . . e depois um compromisso. Pode levar tempo para construir relacionamentos com nossos clientes. Algumas coisas não podem ser apressadas. E uma mulher me agradeceu: “Eu nunca tinha pensado nisso antes.” Saber que estava tudo bem em ir devagar confirmou que seus  instintos estavam corretos e que ela não havia falhado só porque não teve resultados imediatos.

A maioria do marketing que vemos é tão rápido.

Lynn Serafinn escreveu em seu livro chamado “The Seven Graces of Marketing”, o contraste dos pecados comuns do marketing com as possíveis graças do marketing. Um dos pecados que ela fala é a escassez. E muito marketing é baseado na criação de uma sensação de escassez, “compre agora enquanto durarem os estoques”. Vemos seminários cheios de pessoas correndo para o fundo da sala para se inscrever em um workshop de próximo nível que eles não entendem para quem servem e não podem pagar (e isso pode ou não ser adequado). Tanta pressa.
E parece que funciona. Mas o que você não vê é o grande número de pessoas que ficam com “remorso” e cancelam sua participação nos programas. Ou quem pede um reembolso porque não era o que esperava (e fica ainda mais irritado quando vê que não vai receber o reembolso). O que às vezes deixamos de notar é o cinismo que essas táticas criam no mercado. 

Lembro-me de quando comecei a vender, certamente não era algo que eu sabia. Eu estava ligando para as pessoas e tentando pressioná-las a tomar decisões. Era tudo o que eu sabia fazer. E pensei que era isso que tinha que fazer.
Claro, tudo estava justificado porque era para “o bem dos clientes”. Mas pressão é pressão. E tudo foi tão rápido. Muitos anos depois que comecei a aprender que, diminuindo a velocidade do meu marketing, ele funcionava melhor. É como irrigar um campo, quanto mais devagar você deixa a água pingar, mais fundo ela vai. Mas o marketing é tão rápido. É ‘compre agora’ e ‘feche vendas’ e crie ‘ofertas irresistíveis’.  Dobre sua renda em 30 dias e perca 50 libras durante a noite!

Não sei dizer quantas vezes as pessoas ficaram em choque por eu ainda não ter escrito um livro ou desenvolvido seminários de “nível avançado”.  Mas eu sabia que ainda não estava pronto para isso – ainda estava cozinhando. Eu sabia que ainda estava descobrindo o que queria dizer. E eu sabia que, eventualmente, algo daria um click e eu estaria pronto e que as coisas fluiriam rapidamente. Isso me lembra a história da árvore de bambu chinesa. Você a planta e não vê nada crescer por cinco anos. Mesmo fazendo tudo certo. E então, no quinto ano, ela cresce noventa pés em noventa dias. Alguns de nós são assim. É a tartaruga, não a lebre.

Martin Luther (o fundador do luteranismo) costumava se reunir com pessoas importantes e tinha um assessor que o ajudava a organizar a agenda. Um dia, seu assessor olhou com admiração para o número de reuniões importantes e coisas que ele tinha que fazer e disse a Martin Luther: “Amanhã está tão ocupado que suponho que você só passará meia hora meditando, em vez de 1 hora como de costume” E Lutero respondeu:“ Não. Amanhã é tão importante que passarei duas horas meditando.”

Quanto mais altos os riscos, mais tentador é se mover rapidamente. . . e mais importante é desacelerar as coisas.

Pânico não é uma estratégia de negócios.

O que aconteceria se todos nós. desacelerássemos. nosso. marketing?

Aqui está o que o Slow Marketing significa para mim. . .

Para mim, significa que descobrir nossa plataforma e encontrar nossa voz leva tempo. É como fazer chá e, às vezes, precisamos nos aprofundar um pouco para descobrir qual a nossa essência.

Isso significa que nosso foco é garantir que nosso marketing seja bom para todos os envolvidos.

Significa que podemos aceitar que às vezes levará um tempo para criar confiança com as pessoas que acabamos de conhecer.

Significa que, em vez de pressionar as pessoas a comprarem no momento, incentivamos que elas durmam e vejam como se sentem antes de comprar, garantindo que seja algo realmente adequado (para que todos os clientes que recebemos sejam sólidos e de longo prazo).

Significa que quando sentamos com um cliente para explorar o próximo passo para trabalhar com a gente – sentamos realmente com ele. Nós o aceitamos. Recebemos o que ele têm a dizer. Fazemos uma pausa antes de responder. E isso significa que realmente dispomos de tempo para nos sentar com os tipos de clientes que são realmente adequados para nós.

Significa, em termos de relacionamento com os clientes, que o “para sempre” importa mais do que o “agora”.

Significa que está tudo bem ser aprendizes por um tempo. Estamos bem aprendendo e não precisamos ser ‘virais’ e famosos amanhã.

Significa que não nos apressamos em escrever nosso livro, criar nossos produtos, mas diminuir um pouco a velocidade para que possamos nos concentrar na elaboração do que já fazemos para torná-lo ainda melhor, para que realmente ajude mais as pessoas. Trabalhamos na construção de nosso barco em vez de tentar nadar pessoas de uma ilha para outra nas nossas costas.  Criamos os sistemas e listas de verificação em nossos negócios que nos ajudam a relaxar e sabemos que estaremos preparados para as coisas que surgirem.

Significa que não é sobre aceitar que às vezes precisamos desacelerar, mas sim assumir que gostamos de desacelerar.

Significa que pode ser bom (e até maravilhoso!) ter um emprego fixo enquanto construímos nossos negócios.

Significa que reconhecemos e honramos o momento certo único de cada cliente em potencial para trabalhar conosco (ou não).

Significa que ficamos mais devagar, mas ainda agimos, deixando de lado o pânico causado pela prepotência de vender ou por aceitar tudo de qualquer cliente.

Significa que criamos espaço em nossas vidas onde é possível ouvir nossa intuição. Que planejamos mais adiante para nos dar tempo.

Significa que somos realmente bons em encontrar maneiras de tornar nossos negócios seguros para abordar as pessoas, dando a elas várias maneiras de experimentar o que fazemos de graça, à distância. Fazemos o possível para reduzir o risco para as pessoas.

Slow Marketing significa que desaceleramos nossas conversas com clientes em potencial e realmente ouvimos. Em vez de empurrar, damos um passo para trás. Em vez de começar a dar conselhos, ficamos mais curiosos sobre a situação deles. Em vez de pular um desafio, vamos explorá-lo profundamente.

Significa que nos focamos em construir e aprofundar nosso relacionamento com os principais hubs e líderes da comunidade, em vez de tentar atingir nossos clientes friamente.

Eu adoraria ouvir o que você acha sobre Slow Marketing.  Deixe seu comentário logo abaixo! Mas sem pressa…

Tad Hargrave – Marketing for Hippies
Tad Hargrave é um hippie que desenvolveu um talento especial para o marketing (e depois aprendeu a ser hippie novamente).

Se você gostou desse artigo e gostaria de se aprofundar mais no Slow Marketing, baixe aqui o Manifesto!

2 Comentários

  1. Ana Clara Ribeiro Cabral e Mota

    Esse artigo mudou a minha vida, sei q isso pode parecer clichê mas é o que sinto agora após lê-lo. É nisso que acredito, é o que faz sentido para mim, é o ponto que eu tinha dúvida sobre como os comércios que eu tanto admiro fazem, porque eu já sabia que eles não fazem o que a busca do google recomenda.
    Muito obrigada pelo compartilhamento, trabalho com slow food e o slow marketing é o que está faltando!

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    • Ana Paula Fragoso

      Ana, fico feliz de ter te trazido esse novo olhar e que ele tenha feito sentido para você. Obrigada por ler e comentar!

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